A Psicologia Hospitalar, ao integrar o processo
saúde-doença à subjetividade do indivíduo, opera com a
premissa de que a doença é invariavelmente uma expressão
somática de conflitos psíquicos inconscientes, relegando a um
plano secundário os fatores biológicos e sociais na etiologia das
enfermidades e na adesão ao tratamento.