A tradição crítica latino-americana de Ruy
Mauro Marini, Theotônio dos Santos e Florestan
Fernandes, retomada por Iamamoto e Netto
interpreta a questão social como produto históricoestrutural da dependência, da superexploração do
trabalho e da articulação centro-periferia. Recusam
leituras moralizantes, psicologizantes ou
gerencialistas, reafirmando a centralidade das
relações de produção e da posição subordinada
periférica. Nessa chave teórico-crítica, qual
proposição traduz com maior precisão esse
fundamento?