Por décadas, o esporte foi prática hegemônica dentro das
aulas de Educação Física na escola, a ponto de ser tratado
como sinônimo de Educação Física. As aulas tinham a técnica
e a aptidão física como referência didática e pedagógica,
pautadas pelo esporte de alto rendimento. A partir da década de
80, diversos autores criticaram esse modelo de tratamento do
esporte pela Educação Física na escola, sendo Elenor Kunz um
dos principais críticos. Em "Transformação didático-pedagógica
do esporte" (2014), o autor propõe que, para além do ensino das
técnicas e das habilidades específicas, é preciso que o estudante
desenvolva a competência comunicativa, pois esta possibilita o
conhecimento: