Uma paciente feminina de 58 anos, histórico de
menopausa aos 50 anos, sem antecedentes
urológicos ou ginecológicos, comparece à
consulta queixando-se de infecções urinárias de
repetição. Apresentou 3 episódios nos últimos 4
meses, tendo sido tratada com múltiplos
antimicrobianos. No último episódio, há 3
semanas, refere cultura positiva para Klebsiella
pneumoniae, com tratamento guiado por
antibiograma, estando assintomática no
momento.
Ao exame físico, você observa um introito vaginal pouco estreitado, com mucosa pálida e friável. Não há presença de distopia genital e a paciente não refere queixas de incontinência urinária. Já se encontra em reposição hormonal com implante subdérmico (chip) de gestrinona. Diante do exposto, qual a melhor conduta, dentre as alternativas abaixo, para a paciente no momento?
Ao exame físico, você observa um introito vaginal pouco estreitado, com mucosa pálida e friável. Não há presença de distopia genital e a paciente não refere queixas de incontinência urinária. Já se encontra em reposição hormonal com implante subdérmico (chip) de gestrinona. Diante do exposto, qual a melhor conduta, dentre as alternativas abaixo, para a paciente no momento?
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