Texto 1:
Nesse modelo teórico apresenta-se uma concepção finalista, em que todo o relevo tem começo, meio e fim, podendo, entretanto, recomeçar com um processo de rejuvenescimento, no qual o relevo pode retornar à juventude com um soerguimento de caráter tectônico. A juventude compreende o início do processo denudacional, logo após o rápido e generalizado soerguimento continental, pela ação de forças internas. Nessa fase inicial, os cursos fluviais possuem alta energia em função da elevada diferença de gradiente entre os continentes e o nível de base geral. A ação da água corrente, a erosão normal atuando sobre o relevo inicial, produziria sua dissecação e, consequentemente, a redução de sua topografia, até criar uma nova superfície aplainada (peneplano). Um novo soerguimento daria lugar a um novo ciclo erosivo.
https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/432890/2/Livro%20Geografia%20- %20Geomorfologia.pdf. Acesso em: 30 jul. 2025 (adaptado).
Texto 2:
No processo de evolução do modelado em escadarias, proposto por esse modelo, as vertentes evoluem, a princípio, predominantemente, por retração lateral, para, em seguida, predominar o rebaixamento vertical, onde os tipos de rochas (a litologia) e de clima são importantes, mas não alteram significativamente o processo de evolução do modelado, podendo apenas retardá-lo ou facilitá-lo.
https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/432890/2/Livro%20Geografia%20- %20Geomorfologia.pdf. Acesso em: 30 jul. 2025 (adaptado).
Nos textos 1 e 2 estão descritas, respectivamente, as bases teóricas dos modelos clássicos de evolução do relevo de