Em finanças corporativas, o custo de capital representa a taxa mínima de retorno exigida pelos investidores para financiar os ativos da empresa, sendo um elemento central na avaliação de projetos, na formulação da estrutura de capital e na mensuração da criação de valor. O custo de capital próprio, em particular, reflete a remuneração esperada pelos acionistas em função do risco percebido da empresa, das condições de mercado e das perspectivas de lucratividade. Esse custo pode ser influenciado por fatores como instabilidade financeira, variabilidade nos lucros, endividamento elevado ou baixa confiança do mercado na gestão da companhia. A elevação do custo de capital próprio, portanto, é um sinal relevante que demanda análise cuidadosa, pois impacta diretamente a atratividade de investimentos e a capacidade de geração de valor da organização.
Quando o custo de capital próprio é mais alto, isso geralmente indica que: