Em um ambulatório estadual de especialidades em Santa Catarina, uma paciente feminina, 63 anos, enfermeira aposentada, foi encaminhada por achado de pico monoclonal em exame de rotina anual. Nos exames solicitados em um segundo atendimento, apresentou:
Hemoglobina 13,6 g/dL; Creatinina 0,8 mg/dL; Cálcio sérico 9,4 mg/dL; Albumina 4,1 g/dL. Eletroforese sérica: pico monoclonal de 3,2 g/dL na região gama. Imunofixação: IgG kappa. Cadeias leves livres séricas: kappa 75 mg/L, lambda 13 mg/L, razão kappa/lambda = 5,7.
Urina de 24h: sem proteinúria de Bence Jones.
Mielograma e biópsia de medula óssea: 10% de plasmócitos monoclonais.
Ressonância magnética de corpo inteiro resultou em: ausência de lesões líticas, infiltração focal ou difusa.
Qual é a melhor conduta para o quadro descrito?