As práticas voltadas à promoção do bem-estar físico e
ambiental nas escolas expressam mais do que ações
funcionais de manutenção ou prevenção. Ao
organizarem os espaços comuns, instituírem protocolos
de atenção imediata e incentivarem hábitos de higiene e
alimentação, as instituições escolares definem modelos
normativos de convivência e constituem parâmetros
simbólicos de pertencimento. Tais práticas, mesmo
quando invisibilizadas pelo cotidiano, operam como
dispositivos de gestão da vida, atribuindo significados à
corporeidade, ao risco e à coletividade. Nessa
perspectiva, compreende-se que: