As doenças periodontais, tradicionalmente
interpretadas sob a ótica da placa bacteriana, hoje são
concebidas como resultado da interação complexa
entre microbiota disbiótica, resposta imune do
hospedeiro, fatores ambientais e predisposição
genética. Revisões (Kinane et al., 2017; Bartold & Van
Dyke, 2019) destacam que a progressão não se explica
por um agente único, mas por redes microbianas e
cascatas inflamatórias que modulam destruição tecidual
e remodelação óssea. Assinale a proposição mais
consistente: