Mulher de 58 anos, com diagnóstico de hipertensão arterial
sistêmica (HAS) e em tratamento irregular, é encaminhada ao
ambulatório de clínica médica de atenção secundária. Queixa-se
de fadiga e dispneia aos esforços, com piora progressiva.
Ao exame físico, é observado ritmo cardíaco regular em 4
tempos (B3 + B4), sem sopros no precórdio, mas com crépitos
em bases pulmonares; pressão arterial: 148 x 90 mmHg.
Ecocardiograma transtorácico evidencia hipertrofia ventricular
esquerda concêntrica, associada com fração de ejeção de
38% (por Simpson). Exames laboratoriais normais, salvo pela
elevação sérica de peptídeo natriurético tipo B (BNP). Para
melhorar o controle da HAS e o prognóstico da paciente,
o tratamento com inibidor da enzima conversora de angiotensina
foi mantido, e o especialista optou por associar determinado
fármaco, devido ao impacto positivo no prognóstico de sobrevida
dessa paciente.
O fármaco introduzido no tratamento da paciente foi
O fármaco introduzido no tratamento da paciente foi
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