Durante a modernização da infraestrutura tecnológica de uma clínica odontológica especializada em implantodontia e ortodontia digital, a equipe de TI identificou que o sistema de prontuário eletrônico utilizado pelos dentistas armazena localmente, de forma temporária, imagens DICOM de tomografias e escaneamentos intraorais em dispositivos móveis e estações de trabalho. Observou-se, também, que os profissionais acessam esses dados em regime de plantão, muitas vezes das suas residências ou consultórios externos, via conexões sem autenticação forte e utilizando os seus próprios dispositivos. A equipe de TI, então, iniciou um plano de ação para aumentar a segurança cibernética da clínica, com foco em controle de acesso e autenticação, criptografia de dados e dispositivos e segurança em dispositivos móveis.
om base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.
A ausência de autenticação multifator (MFA) no acesso remoto ao sistema clínico, mesmo com senhas fortes e VPN, representa uma falha crítica de segurança, pois isso compromete a estratégia de defesa em profundidade exigida em ambientes que lidam com dados sensíveis de saúde.