Um menino de 8 anos com DRC em estágio terminal realiza hemodiálise convencional
três vezes por semana. Ele apresenta diurese residual de 400 mL/dia e, frequentemente, chega à
sessão com ganho interdialítico de 3,5 kg. Durante a última diálise, ao tentar remover 12 mL/kg/h,
evoluiu com hipotensão sintomática e cãibras, necessitando de redução da ultrafiltração. O exame
físico no final da sessão mostra pressão arterial acima do percentil 95 para a idade. A equipe discute
ajustes na prescrição dialítica para melhor controle de volume e prevenção de complicações. Qual é a
conduta mais adequada diante desse quadro?