A filosofia de tratamento de lesões de cárie profundas
em dentes permanentes vitais evoluiu para abordagens
mais conservadoras, visando a preservação da vitalidade
pulpar. Assim, analise as afirmativas a seguir:
I. O tratamento expectante, ou técnica de remoção gradativa do tecido cariado, consiste em duas sessões: na primeira, remove-se a dentina infectada das paredes circundantes e parte da necrótica da parede pulpar, selando a cavidade com um material restaurador temporário; após 6 a 12 meses, a cavidade é reaberta para a remoção do tecido remanescente, que se espera estar remineralizado e com formação de dentina terciária.
II. O capeamento pulpar indireto é uma técnica na qual toda a dentina cariada, incluindo a camada afetada, é completamente removida até se atingir uma dentina de consistência dura, sendo então aplicada uma fina camada de cimento de óxido de zinco e eugenol sobre a parede pulpar para induzir a formação de dentina reparadora.
III. Durante a remoção do tecido cariado de uma lesão profunda, a diferenciação clínica entre a dentina infectada (externa, necrótica, insensível e não remineralizável) e a dentina afetada (interna, desmineralizada mas com colágeno intacto, sensível e remineralizável) pode ser feita com o uso de corantes detectores de cárie, que se ligam especificamente ao colágeno desnaturado da dentina infectada.
Está correto o que se afirma em:
I. O tratamento expectante, ou técnica de remoção gradativa do tecido cariado, consiste em duas sessões: na primeira, remove-se a dentina infectada das paredes circundantes e parte da necrótica da parede pulpar, selando a cavidade com um material restaurador temporário; após 6 a 12 meses, a cavidade é reaberta para a remoção do tecido remanescente, que se espera estar remineralizado e com formação de dentina terciária.
II. O capeamento pulpar indireto é uma técnica na qual toda a dentina cariada, incluindo a camada afetada, é completamente removida até se atingir uma dentina de consistência dura, sendo então aplicada uma fina camada de cimento de óxido de zinco e eugenol sobre a parede pulpar para induzir a formação de dentina reparadora.
III. Durante a remoção do tecido cariado de uma lesão profunda, a diferenciação clínica entre a dentina infectada (externa, necrótica, insensível e não remineralizável) e a dentina afetada (interna, desmineralizada mas com colágeno intacto, sensível e remineralizável) pode ser feita com o uso de corantes detectores de cárie, que se ligam especificamente ao colágeno desnaturado da dentina infectada.
Está correto o que se afirma em: