O papel do Estado-nação dentro do capitalismo e, num sentido
mais amplo, dentro da modernidade ocidental globalizadora,
sempre foi ambivalente ao suprimir antigas divisões regionais e
de clãs e se difundir como forma padrão de organização política
pelo mundo. O Estado universalizou determinados instrumentos
de gestão que, mesmo tempo estabelece inúmeros direitos,
especialmente no nível individual, fortaleceram os interesses do
capital e, muitas vezes, impuseram-lhe alguns limites, reordenando
sua circulação, como ocorreu recentemente no gerenciamento da
crise financeira pelo chamado G-20.
HAESBAERT, Rogério (Organizador). Os dilemas da globalização. In: HAESBAERT, Rogério. Globalização e fragmentação no mundo contemporâneo. 2ª ed. Niterói: Editora UFF, 2013, p. 22-23.
Um dos dilemas centrais da globalização contemporânea diz respeito ao papel do Estado diante da intensificação dos fluxos de capital e da reorganização territorial. Com base no excerto, é correto afirmar que:
HAESBAERT, Rogério (Organizador). Os dilemas da globalização. In: HAESBAERT, Rogério. Globalização e fragmentação no mundo contemporâneo. 2ª ed. Niterói: Editora UFF, 2013, p. 22-23.
Um dos dilemas centrais da globalização contemporânea diz respeito ao papel do Estado diante da intensificação dos fluxos de capital e da reorganização territorial. Com base no excerto, é correto afirmar que: