O movimento humano requer a atuação eficiente
do controle motor seletivo, essencial para a execução
de movimentos refinados, coordenados e
independentes. Em crianças com diagnóstico de
Paralisia Cerebral (PC), alterações nesse controle
motor contribuem para limitações nas atividades
funcionais, frequentemente associadas à fraqueza
muscular e hipertonia. Esses fatores impactam
negativamente a biomecânica da marcha, resultando
em alterações posturais e aumento do custo
energético durante a locomoção. Dentre os padrões de
marcha observados em crianças com PC, destaca-se a
marcha em agachamento (“crouch knee gait”),
caracterizada por:
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