Ao longo do século XIX, o Estado brasileiro enfrentou o desafio de organizar suas instituições políticas e administrativas em meio a disputas regionais, tensões sociais e heranças estruturais do período anterior. As transformações ocorridas não afetaram de modo uniforme os diferentes grupos sociais, nem produziram mudanças lineares nas relações de poder. A análise desse período exige considerar simultaneamente processos de mudança e permanência.
Diante disso, qual interpretação melhor se sustenta historicamente?