Considera-se que cerca de 50% das pessoas que frequentam as UBSs se beneficiariam mais efetivamente de grupos colaborativos ao invés de consultas médicas individuais. Isso porque o bom controle das suas condições crônicas exige tanto a adesão às terapêuticas tradicionais como o aprimoramento do conhecimento sobre a doença, a prática do autocuidado e a resolução de problemas do cotidiano. Alguns municípios brasileiros vêm introduzindo propostas para esse enfrentamento, com elementos do modelo de atenção às condições crônicas (MACC) a partir da estratificação de risco, que descreve cinco níveis de intervenção, sendo o primeiro deles o/a