A abordagem fisioterapêutica na doença pulmonar
obstrutiva crônica (DPOC) deve priorizar a elevação da pressão
parcial de oxigênio (PaO2) por meio de ventilação mecânica
não invasiva contínua, mesmo em fases de relativa estabilidade
clínica, negligenciando a importância do treinamento de
músculos respiratórios e da reeducação da tosse, que são
intervenções de menor impacto na sobrevida a longo prazo.