Considere um paciente do sexo masculino, 32 anos
de idade, há um ano apresentando episódios de dor
epigástrica irradiada para o dorso que melhoravam com
antiespasmódico. Há seis meses, teve um episódio de
dor mais forte, que o obrigou a procurar o Serviço de
Emergência, onde ficou em observação com diagnóstico
de pancreatite. Desde essa época, queixa-se de aumento
do volume abdominal. Confirma que bebe muito desde a
adolescência e que é tabagista. Nega uso de outras drogas
e ocorrência de doenças similares na família. Ao exame,
está anictérico, afebril, eupneico; estado geral conservado.
Vê-se abdome globoso com abaulamento visível, local que
é firme e elástico à palpação e sem boceladuras. O abdome
não mudou de forma quando deitado. Não tem edemas
nem telangiectasias.
Nesse caso, a hipótese diagnóstica mais provável é
Nesse caso, a hipótese diagnóstica mais provável é