Um Analista de Comunicação Pleno, recém-contratado por
uma Empresa Pública Federal, é encarregado de revisar os
fluxos comunicacionais após um incidente de crise que
envolveu um vazamento de informações sigilosas. A análise
revela a coexistência de canais de Comunicação Formal e
Informal, Interna e Externa, e a necessidade urgente de
padronizar a Redação Oficial. Considere as seguintes quatro
ações propostas pelo Analista para mitigar riscos e otimizar a
transparência, e assinale a alternativa que apresenta a
sequência de ações mais complexa, rigorosa e correta sob
a perspectiva da gestão integrada da comunicação e da
observância dos princípios da Administração Pública:
I. Revisão e Padronização da Redação Oficial: Exigir que todos os documentos prospectivos destinados a Órgãos de Controle e Câmaras Legislativas sigam estritamente o princípio da Impessoalidade e empreguem o padrão ofício, adotando o vocativo "Senhor(a) {Cargo}" para o destinatário, mesmo que o nome do titular seja conhecido.
II. Gestão da Comunicação Interna Informal: Reconhecer a existência da rede de comunicação informal, mas proibir seu uso em qualquer nível, sob pena de sanção disciplinar, por ser um vetor de desinformação e dificultar o fluxo de comunicação formal hierárquica (via memorandos e circulares).
III. Estratégia de Comunicação Externa de Crise: Elaborar um Comunicado Oficial que, por força do princípio da Publicidade, detalhe exaustivamente o conteúdo sigiloso que vazou e a identificação nominal dos servidores responsáveis, antes mesmo da conclusão do inquérito administrativo, para demonstrar total transparência à sociedade.
IV. Uso da Comunicação Formal Interna: Instituir a regra de que a Comunicação Formal Interna (emissão de Portarias e Ordens de Serviço) deve ser o único canal para transmitir informações sobre novas diretrizes de segurança, visando garantir a autenticidade, rastreabilidade e o registro documental do recebimento e ciência por todos os colaboradores.
Qual a sequência de ações mais complexa, rigorosa e correta?
I. Revisão e Padronização da Redação Oficial: Exigir que todos os documentos prospectivos destinados a Órgãos de Controle e Câmaras Legislativas sigam estritamente o princípio da Impessoalidade e empreguem o padrão ofício, adotando o vocativo "Senhor(a) {Cargo}" para o destinatário, mesmo que o nome do titular seja conhecido.
II. Gestão da Comunicação Interna Informal: Reconhecer a existência da rede de comunicação informal, mas proibir seu uso em qualquer nível, sob pena de sanção disciplinar, por ser um vetor de desinformação e dificultar o fluxo de comunicação formal hierárquica (via memorandos e circulares).
III. Estratégia de Comunicação Externa de Crise: Elaborar um Comunicado Oficial que, por força do princípio da Publicidade, detalhe exaustivamente o conteúdo sigiloso que vazou e a identificação nominal dos servidores responsáveis, antes mesmo da conclusão do inquérito administrativo, para demonstrar total transparência à sociedade.
IV. Uso da Comunicação Formal Interna: Instituir a regra de que a Comunicação Formal Interna (emissão de Portarias e Ordens de Serviço) deve ser o único canal para transmitir informações sobre novas diretrizes de segurança, visando garantir a autenticidade, rastreabilidade e o registro documental do recebimento e ciência por todos os colaboradores.
Qual a sequência de ações mais complexa, rigorosa e correta?