Paciente 33 anos, tercigesta, secundípara (partos prematuros), 33ª semana de gravidez. Chegou à emergência
obstétrica referindo dor em baixo ventre. Referiu sobre os partos anteriores: o 1º prematuro, não sabe o motivo,
mas informa que chegou ao hospital com 5 cm de dilatação, por via vaginal, e o recém-nascido apresentou
desconforto respiratório; e o 2º parto foi de uma gestação gemelar, os bebês de mesma placenta entraram em
sofrimento, sendo preciso realizar uma cesariana e ambos também apresentaram desconforto respiratório, um
chegou a ficar no tubo por três dias, e o outro apenas com uma “máscara”. Peso ao nascer: 2.020g (1ª gestação) e
1.750g/2.530g (2ª gestação). Ao exame geral, nada digno de nota. Ao exame obstétrico: dinâmica uterina ausente;
altura de fundo uterino de 25cm; pressão arterial de 160 x 110 mmHg; toque vaginal, com colo fechado, longo e
posterior e feto alto e móvel. Avaliando apenas os antecedentes obstétricos descritos, assinale a alternativa que
melhor representa uma medida preventiva precoce que poderia ter sido realizada.
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