Uma adolescente de 15 anos, acompanhada em ambulatório de neurocirurgia pediátrica por epilepsia farmacorresistente, pede para conversar sem os pais e relata dificuldades pessoais que não interferem no plano terapêutico atual. Ao final, os responsáveis solicitam ao médico o relato completo da conversa “para decidir a cirurgia”. A adolescente aceita que sejam compartilhadas informações sobre diagnóstico, riscos e preparo, mas pede reserva sobre aspectos íntimos sem relação direta com a cirurgia. Diante do exposto, a conduta CORRETA deve ser: