Leia o caso a seguir.
Homem de 30 anos apresenta crises de cefaleia que ocorrem há 2 anos, com crises que duram mais de 15 minutos e menos de 1 hora, muitas vezes recorrendo no mesmo dia, diárias, mas que só ocorrem por cerca de 2 meses, tendo se apresentado nos dois anos de evolução da doença. A dor é de localização orbitofrontal direita, muito intensa, descrita como “se o olho estivesse sendo arrancado”, acompanhada de hiperemia conjuntival e lacrimejamento ipsilaterais à dor.
Considerando-se as principais hipóteses diagnosticadas nesse caso, qual região deverá ser bem avaliada na ressonância, levando-se em conta que casos secundários com esse fenótipo doloroso cursam com lesões nessa mesma região?
Homem de 30 anos apresenta crises de cefaleia que ocorrem há 2 anos, com crises que duram mais de 15 minutos e menos de 1 hora, muitas vezes recorrendo no mesmo dia, diárias, mas que só ocorrem por cerca de 2 meses, tendo se apresentado nos dois anos de evolução da doença. A dor é de localização orbitofrontal direita, muito intensa, descrita como “se o olho estivesse sendo arrancado”, acompanhada de hiperemia conjuntival e lacrimejamento ipsilaterais à dor.
Considerando-se as principais hipóteses diagnosticadas nesse caso, qual região deverá ser bem avaliada na ressonância, levando-se em conta que casos secundários com esse fenótipo doloroso cursam com lesões nessa mesma região?
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