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3689723 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Virgem Lapa-MG
Maya Angelou nasceu com o nome de Marguerite Ann Johnson, em 1928, na cidade de St. Louis, Illinois. Vivendo entre Illinois e a Califórnia, sua infância não foi fácil: passou cinco anos sem falar nada, devido ao trauma de ter sido estuprada aos sete anos de idade. O agressor era namorado de sua mãe e foi morto pelos tios dela. Não bastasse ter sido violentada, ela também se sentia culpada pela morte do homem, o que a levou a ficar sem falar com ninguém além de seu irmão por anos. Maya contou ao mundo essa história em seu primeiro e mais famoso livro, a autobiografia “I know why the caged bird sings” – “Eu sei por que o pássaro canta na gaiola”, em português.
Maya Angelou foi poetisa, escritora, ativista de direitos civis e historiadora, entre outras coisas. No cinema e na TV, ela foi diretora, roteirista, produtora e atriz. Também se arriscava como cantora, mas, na indústria fonográfica, Maya brilhava mesmo era nos discos não cantados – em que o artista declama textos. Ela venceu três Grammys na categoria de Melhor Álbum de Palavra Falada ou Álbum Não Cantado.
Seu poema mais célebre, “Still I Rise”, virou um icônico manifesto do movimento negro nos Estados Unidos. A contribuição de Angelou para o movimento jamais esteve limitada à escrita. Ela lutou ativamente contra a segregação racial nos EUA e foi amiga de Martin Luther King e Malcolm X, com quem dividiu os trabalhos do ativismo. Também trabalhou em missões humanitárias na África, nos anos 1960. Décadas mais tarde, viria a ser conselheira dos presidentes Bill Clinton e Barack Obama.
A ativista recebeu diversas condecorações durante a vida, incluindo a Medalha Presidencial da Liberdade, a maior honraria concedida a um civil nos Estados Unidos. Essa medalha lhe foi dada em 2011, por Obama. Três anos depois, Maya viria a falecer, em 28 de maio de 2014, aos 86 anos. Em tempos de tamanha intolerância, é maravilhoso ver que seu trabalho e sua história continuam vivos.
Fonte: Thaís Aquino. Reprograma. Adaptado.
Os ditongos não são separados, mas os crescentes finais são vistos por muitos gramáticos como possíveis hiatos de palavras proparoxítonas acidentais, ou eventuais, como é o caso da palavra “história”, que pode ser classificada como paroxítona ou proparoxítona. Qual das palavras do texto também se encaixa nessa definição?
 

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