Historicamente, o atendimento educacional a pessoas com
deficiência no Brasil migrou de um modelo de segregação
em instituições filantrópicas para a inclusão na rede
regular. O documento que, em 2008, consolidou a diretriz
de que a educação especial deve ser ofertada
preferencialmente no ensino regular, definindo-a como
modalidade transversal, denomina-se: