Um paciente de 30 anos apresenta um padrão
persistente de grandiosidade, necessidade de admiração
e falta de empatia. Suas relações são exploratórias,
visando a obtenção de benefícios pessoais. Ele fantasia
sobre sucesso ilimitado e poder, e se considera
"especial", merecendo tratamento privilegiado. Quando
confrontado com críticas ou fracassos, reage com raiva
ou desdém. Não há histórico de impulsividade,
instabilidade afetiva ou comportamentos autodestrutivos
marcantes. O diagnóstico diferencial mais preciso,
excluindo-se outros transtornos do Cluster B, é:
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