O vírus Zika é uma arbovirose transmitida
principalmente por mosquitos do gênero Aedes
aegypti. A infecção pré-natal pelo vírus está associada
a malformações congênitas, entre elas a microcefalia,
constituindo o quadro conhecido como Síndrome
Congênita do Vírus Zika (SCZ). Essa síndrome
caracteriza-se predominantemente por manifestações
neurológicas, podendo incluir alterações motoras
significativas, como contraturas congênitas em
múltiplas articulações, déficits auditivos, visuais, além
de alterações neurossensoriais e cognitivas. Na
perspectiva da Classificação Internacional de
Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), crianças
com SCZ demonstram limitações no domínio atividade, com dificuldade na aquisição de habilidades
motoras básicas e necessidade de auxílio para
locomoção e autocuidado. Em relação à participação,
enfrentam barreiras para frequentar ambientes
escolares e comunitários, estando geralmente
restritas ao convívio familiar. No domínio dos fatores
ambientais, requerem acompanhamento contínuo por
equipe interdisciplinar, uso de medicamentos e de
tecnologias assistivas para promover maior
independência funcional.
Com base nesse cenário, quais estratégias de intervenção fisioterapêutica apresentam melhor evidência científica para atuar sobre os domínios de: “Funções e estruturas corporais” e “Atividade e participação” em crianças com SCZ?
Com base nesse cenário, quais estratégias de intervenção fisioterapêutica apresentam melhor evidência científica para atuar sobre os domínios de: “Funções e estruturas corporais” e “Atividade e participação” em crianças com SCZ?
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