A parestesia pós-operatória é uma complicação comum
associada às cirurgias ortognáticas, sendo uma importante
queixa apresentada pelos pacientes no pós-operatório, tendo a
mandíbula como o sítio afetado de forma mais significativa,
devido a lesões ao nervo alveolar inferior e seus ramos. Em casos
específicos, o cirurgião pode lançar mão de osteotomias com
menor incidência dessa complicação, por exemplo, a osteotomia
vertical do ramo.
Durante a realização da osteotomia vertical no ramo mandibular, a localização precisa do nervo alveolar inferior é crucial para evitar lesões. Estudos mostram que a antelíngula, uma protuberância localizada na superfície lateral da mandíbula, tradicionalmente era usada como um ponto de referência para a posição da língula e do feixe vasculonervoso alveolar inferior. No entanto, pesquisas mais recentes indicam que a osteotomia deve ser realizada a uma determinada distância posterior a essa proeminência para minimizar o risco de lesão do nervo.
Para minimizar a possibilidade de lesões, a osteotomia deve ser feita a uma distância posterior a antelíngula de:
Durante a realização da osteotomia vertical no ramo mandibular, a localização precisa do nervo alveolar inferior é crucial para evitar lesões. Estudos mostram que a antelíngula, uma protuberância localizada na superfície lateral da mandíbula, tradicionalmente era usada como um ponto de referência para a posição da língula e do feixe vasculonervoso alveolar inferior. No entanto, pesquisas mais recentes indicam que a osteotomia deve ser realizada a uma determinada distância posterior a essa proeminência para minimizar o risco de lesão do nervo.
Para minimizar a possibilidade de lesões, a osteotomia deve ser feita a uma distância posterior a antelíngula de: