Um órgão federal modelou a relação Departamento–Servidor como um-para-muitos (1:N): cada Servidor pertence a um único Departamento, e um Departamento pode ter muitos Servidores. Não há histórico de lotações (cada servidor tem no máximo uma lotação vigente) e a relação não possui atributos próprios além das chaves. A título ilustrativo, o desenho esperado é compatível como o seguinte DDL:
CREATE TABLE Departamento (
Id INT PRIMARY KEY,
Nome VARCHAR(100) NOT NULL
-- ...
);
CREATE TABLE Servidor (
Id INT PRIMARY KEY,
Nome VARCHAR(120) NOT NULL,
DepartamentoId INT NOT NULL, -- FK no lado N
CONSTRAINT FK_Servidor_Departamento
FOREIGN KEY (DepartamentoId)
REFERENCES Departamento (Id)
ON UPDATE CASCADE
ON DELETE RESTRICT
);
-- (Índice em Servidor(DepartamentoId) recomendado para joins)
No banco relacional, qual é a implementação usual e correta para esse mapeamento?