No Brasil, ao assumirem o poder em março de 1964, os
governos militares investiram abundantemente no esporte,
buscando fazer da Educação Física um sustentáculo ideológico, na
medida em que ela participaria na promoção do país por meio do
êxito em competições de alto nível. Segundo Suraya Cristina Darido
(2003), nesse período, a ideia central girava em torno do Brasil-Potência, no qual era fundamental eliminar as críticas internas e
deixar transparecer um clima de prosperidade e desenvolvimento.
É nessa fase da história que o rendimento, a seleção dos mais
habilidosos e o fim justificando os meios estavam mais presentes
no contexto da Educação Física na escola. Segundo a autora,
nessa fase, as práticas pedagógicas caracterizavam-se por: