Hannah Arendt, em suas reflexões sobre a banalidade
do mal, e Paulo Freire, em sua pedagogia libertadora,
denunciam formas distintas, mas convergentes, de
violência estrutural e negação da dignidade humana.
Enquanto Arendt analisa a obediência cega e a ausência
de pensamento crítico que permitem a perpetuação do
mal, Freire aponta o silenciamento e a desumanização
dos oprimidos como produto de uma sociedade que
naturaliza a desigualdade e o autoritarismo. Com base
nessas perspectivas filosóficas e ético-políticas, analise
as afirmativas a seguir:
I. A banalidade do mal, em Hannah Arendt, manifesta-se quando indivíduos deixam de refletir criticamente sobre suas ações, tornando-se cúmplices de sistemas opressivos e desumanizadores; em diálogo, Paulo Freire propõe a conscientização crítica como caminho para romper o ciclo de opressão e restituir a autonomia ética dos sujeitos.
II. Tanto Arendt quanto Freire compreendem o poder como instrumento essencialmente coercitivo, fundado na imposição da vontade de uns sobre outros, sendo inevitável que as relações sociais se sustentem por meio da violência e da dominação.
III. A reflexão arendtiana sobre o mal e a pedagogia freireana convergem na defesa da dignidade humana e da responsabilidade ética, mas divergem quanto ao papel do diálogo: enquanto Arendt o considera secundário, Freire o compreende como núcleo do processo de libertação e reconstrução social.
É correto o que se afirma em:
I. A banalidade do mal, em Hannah Arendt, manifesta-se quando indivíduos deixam de refletir criticamente sobre suas ações, tornando-se cúmplices de sistemas opressivos e desumanizadores; em diálogo, Paulo Freire propõe a conscientização crítica como caminho para romper o ciclo de opressão e restituir a autonomia ética dos sujeitos.
II. Tanto Arendt quanto Freire compreendem o poder como instrumento essencialmente coercitivo, fundado na imposição da vontade de uns sobre outros, sendo inevitável que as relações sociais se sustentem por meio da violência e da dominação.
III. A reflexão arendtiana sobre o mal e a pedagogia freireana convergem na defesa da dignidade humana e da responsabilidade ética, mas divergem quanto ao papel do diálogo: enquanto Arendt o considera secundário, Freire o compreende como núcleo do processo de libertação e reconstrução social.
É correto o que se afirma em: