Ao ler o texto de Quitzau (2015), somos conduzidos à
compreensão de dois manuais alemães que tratam de uma
ideia de ginástica: um intitulado “Ginástica para a
juventude”, publicado em 1793 por J.C.F. Guts Muths, e
outro, “A ginástica alemã”, publicado em 1816 por F.L. Jahn.
A autora buscou, brevemente, apresentar em seu artigo os
assuntos tratados nesses manuais: os exercícios físicos
adequados ao corpo das pessoas da época. Mas, além dos
exercícios, a autora apresenta as fundamentações teóricas,
argumentativas, dos autores, que instruíram não só ao
cuidado com o corpo individual, mas a uma ideia de cuidado
coletivo. É possível captar as aproximações entre os manuais,
e o que os distingue. De acordo com Quitzau (2015, p.118),
um dos autores alemães: “(...) Jahn traz à tona aspectos
marcadamente políticos e vê no fortalecimento corporal o
caminho para a formação de uma comunidade capaz de
defender os territórios germânicos e lutar por sua
unificação”. Já Guts Muths segue por outros caminhos do
conhecimento para pensar sua ginástica e compor seu
método. Quais foram os campos que influenciaram Muths?