A compreensão do corpo na Educação Física escolar supera a perspectiva estritamente biológica ou instrumental, sendo concebida como construção histórica, social, cultural e simbólica. A Base Nacional Comum Curricular (Brasil, 2018) e autores da área defendem que o ensino das práticas corporais deve promover reflexão crítica sobre identidade, saúde, padrões estéticos, mídia, diversidade e autonomia corporal (Darido; Rangel, 2018; Soares et al., 1992).
Considerando essa perspectiva, um professor organiza uma sequência didática em que os estudantes:
• realizam vivências de alongamento e percepção corporal;
• monitoram frequência cardíaca antes e após atividades;
• analisam criticamente imagens midiáticas sobre “corpo ideal”;
• discutem diferenças corporais relacionadas a gênero, maturação e diversidade.
Frente a essas concepções contemporâneas da Educação Física, essa proposta pedagógica evidencia que o ensino do conteúdo “corpo” de