A atuação do profissional de educação física no campo do lazer, na perspectiva tradicional, contribui para reforçar a manutenção
de uma série de situações consideradas equivocadas e prejudiciais à prática do lazer por pessoas pertencentes às diferentes
classes sociais. Tendo em vista as referidas situações consideradas adversas à prática do lazer, analise as afirmativas a seguir.
I. Propostas de vários cursos ministrados na área da educação física, que têm como objetivo o aperfeiçoamento e atualização, que enfatizam apenas o ensino de técnicas recreativas, ou seja, um rol de atividades aparentemente desligadas da vida concreta dos sujeitos, acabam restringindo o lazer a um simples tarefismo, com o “fazer por fazer”, tão presente em muitas vivências em nossa realidade atual.
II. Nas programações de lazer há o risco de direcionamento excessivo pelo profissional das atividades, que deixa de lado o papel pedagógico da animação e contribui para reforçar os valores da ideologia dominante, encorajando práticas tradicionais que não possibilitam envolvimento crítico, criativo e consciente dos participantes.
III. Em certos casos, profissionais da educação física se inserem no âmbito do lazer por pensarem se tratar de um campo de atuação onde se faz necessário tão somente o planejamento e a implementação das atividades de lazer para determinado evento. Tal visão denota a ausência de uma visão crítica, criativa e significativa, que considera o lazer um trabalho interdisciplinar e de transformação dos atores sociais envolvidos.
IV. Ainda que se trate o lazer como campo de intervenção profissional, é preciso levar em consideração se tratar de um segmento que demanda do profissional fundamentos técnicos, pedagógicos, políticos culturais e sociais, além de contar com os componentes de obrigação que permeiam os acordos de trabalho.
Está correto o que se afirma em
I. Propostas de vários cursos ministrados na área da educação física, que têm como objetivo o aperfeiçoamento e atualização, que enfatizam apenas o ensino de técnicas recreativas, ou seja, um rol de atividades aparentemente desligadas da vida concreta dos sujeitos, acabam restringindo o lazer a um simples tarefismo, com o “fazer por fazer”, tão presente em muitas vivências em nossa realidade atual.
II. Nas programações de lazer há o risco de direcionamento excessivo pelo profissional das atividades, que deixa de lado o papel pedagógico da animação e contribui para reforçar os valores da ideologia dominante, encorajando práticas tradicionais que não possibilitam envolvimento crítico, criativo e consciente dos participantes.
III. Em certos casos, profissionais da educação física se inserem no âmbito do lazer por pensarem se tratar de um campo de atuação onde se faz necessário tão somente o planejamento e a implementação das atividades de lazer para determinado evento. Tal visão denota a ausência de uma visão crítica, criativa e significativa, que considera o lazer um trabalho interdisciplinar e de transformação dos atores sociais envolvidos.
IV. Ainda que se trate o lazer como campo de intervenção profissional, é preciso levar em consideração se tratar de um segmento que demanda do profissional fundamentos técnicos, pedagógicos, políticos culturais e sociais, além de contar com os componentes de obrigação que permeiam os acordos de trabalho.
Está correto o que se afirma em