Leia o excerto a seguir, extraído de Williams (2005), a
respeito da dinâmica do balde de feedback realizada pela
personagem da consultora:
“Havia dois baldes de plástico sobre a mesa. A consultora pegou o menor deles, com uns centímetros de diâmetro, e o levantou pela alça para que todos o vissem. – Este é o meu balde de feedback – ela explicou. – Ele está localizado em meu coração e todas as vezes que alguém me dá qualquer tipo de feedback, positivo ou negativo, este vai direto para dentro do meu balde. Cada um de vocês também possui um balde de feedback no coração. E qualquer retorno direcionado a vocês vai direto para seus baldes. A consultora se aproximou da primeira fila de cadeiras e fez uma rápida pausa antes de continuar: – O problema é que nossos baldes contêm furos – disse, mostrando o fundo cheio de buracos: alguns bem pequenos, outros muito grandes”.
De acordo com a narrativa do autor, os furos em um balde de feedback têm diferentes origens, sendo considerada uma causa interna
“Havia dois baldes de plástico sobre a mesa. A consultora pegou o menor deles, com uns centímetros de diâmetro, e o levantou pela alça para que todos o vissem. – Este é o meu balde de feedback – ela explicou. – Ele está localizado em meu coração e todas as vezes que alguém me dá qualquer tipo de feedback, positivo ou negativo, este vai direto para dentro do meu balde. Cada um de vocês também possui um balde de feedback no coração. E qualquer retorno direcionado a vocês vai direto para seus baldes. A consultora se aproximou da primeira fila de cadeiras e fez uma rápida pausa antes de continuar: – O problema é que nossos baldes contêm furos – disse, mostrando o fundo cheio de buracos: alguns bem pequenos, outros muito grandes”.
De acordo com a narrativa do autor, os furos em um balde de feedback têm diferentes origens, sendo considerada uma causa interna