Após sofrer um acidente vascular encefálico, uma paciente
de 56 anos apresenta fala fluente, com prosódia preservada, mas
marcada por parafasias e neologismos. A compreensão oral e
escrita encontra-se gravemente comprometida e há dificuldade
significativa para seguir comandos simples. A produção escrita
mostra desvios semelhantes à fala. Nesse quadro, a intervenção
fonoaudiológica deve priorizar: