O conceito de três idades formulado para o mundo em
língua francesa, em 1961, em um artigo publicado na revista
“Seine et Paris” que propunha os termos “arquivos
correntes”, “arquivos intermediários” e “arquivos
permanentes”, exortando arquivistas para se concentrarem
primeiro no contexto de produção dos documentos, antes da
sua transferência aos arquivos de forma a melhor controlar
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