Diversas análises recentes apontam que a Terapia Ocupacional no contexto educacional brasileiro deve superar práticas centradas no indivíduo e avançar para formas de atuação que reconheçam a escola como espaço social, cultural e político, que envolve múltiplos agentes e sistemas de organização. A literatura defende que a atuação não pode limitar-se às demandas imediatas de sala de aula ou às expectativas de atendimento clínico individual, exigindo abordagens ampliadas que articulem rotina escolar, participação, relações comunitárias e condições organizacionais.
Considerando essa perspectiva, qual alternativa melhor expressa o papel ampliado do terapeuta ocupacional nas proposições “na e para” a escola?