Qual seria a hora certa de ensinar a metalinguagem gramatical aos alunos? A respeito deste assunto, Antunes (2014, p. 64, grifo da
autora) defende que “não se trata apenas de se saber 'quando' iniciar esse estudo; ainda assim, vale ressaltar que não se deve começar
por aí; sem que os alunos estejam lendo e escrevendo, não há por que entrar em definições do que é ditongo, tritongo, dígrafo, por
exemplo, nem de outras tantas diferenciações, todas do domínio da metalinguagem”.
Fonte: ANTUNES, Irandé. Gramática contextualizada: limpando “o pó das ideias simples”. 1. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2014 (Série Estratégias de Ensino; v. 49).
Acerca do posicionamento de Antunes (2014), analise as seguintes assertivas.
I- O sucesso do ensino da metalinguagem gramatical independe da proficiência em leitura e escrita.
II- É improdutivo ensinar a metalinguagem gramatical se os alunos estão apresentando sérias dificuldades acerca do domínio da leitura e da escrita.
III- O ensino gramatical deve ser contextualizado, ou seja, ele deve suscitar o domínio das práticas de leitura e escrita.
É CORRETO o que se afirma em:
Fonte: ANTUNES, Irandé. Gramática contextualizada: limpando “o pó das ideias simples”. 1. ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2014 (Série Estratégias de Ensino; v. 49).
Acerca do posicionamento de Antunes (2014), analise as seguintes assertivas.
I- O sucesso do ensino da metalinguagem gramatical independe da proficiência em leitura e escrita.
II- É improdutivo ensinar a metalinguagem gramatical se os alunos estão apresentando sérias dificuldades acerca do domínio da leitura e da escrita.
III- O ensino gramatical deve ser contextualizado, ou seja, ele deve suscitar o domínio das práticas de leitura e escrita.
É CORRETO o que se afirma em: