A análise da marcha é ferramenta essencial em
fisioterapia neurológica e ortopédica. Perry & Burnfield
(2010) descrevem as fases da marcha e destacam que
padrões patológicos, como a “marcha em tesoura” da
paralisia cerebral, resultam de espasticidade adutora
associada à fraqueza abdutora. Estudos
eletromiográficos confirmam alteração no recrutamento
muscular, gerando sobrecarga articular e aumento do
gasto energético. Considerando esse quadro, qual
proposição descreve com maior acurácia a implicação
biomecânica da marcha em tesoura?