Uma criança de 4 anos de idade foi admitida em unidade de terapia intensiva por quadro de desidratação grave secundária a gastroenterite. Na admissão, apresentava pressão arterial de 80×45 mmHg, taquicardia e tempo de enchimento capilar prolongado. Após reposição volêmica adequada com soro fisiológico, evoluiu com melhora clínica hemodinâmica e diurese de 1,0 mL/kg/h. Os exames laboratoriais evidenciam: ureia 120 mg/dl; creatinina 2,2 mg/dl; potássio 5,9 mEq/L; pH sanguíneo 7,35.
Nesse caso, a conduta mais adequada a ser tomada no primeiro momento consiste em