Estudos recentes (Laborde et al., 2017;
Sandercock et al., 2020) apontam a variabilidade da
frequência cardíaca como marcador sensível de
modulação autonômica, sendo utilizada na fisioterapia
cardiorrespiratória para monitorar respostas
adaptativas ao exercício terapêutico. Entretanto, a
literatura destaca que valores isolados de VFC carecem
de interpretação contextualizada, sobretudo em
pacientes críticos. Considerando esse panorama, qual
proposição reflete com maior precisão a aplicação
clínica da VFC na prática fisioterapêutica
contemporânea?