As lesões potencialmente malignas da mucosa
oral, como leucoplasia e eritroplasia, são reconhecidas
como marcadores clínicos de risco para carcinoma
espinocelular. A literatura (Warnakulasuriya et al., 2020;
Neville & Damm, 2022) reforça que o diagnóstico
precoce requer exame clínico detalhado, correlação
histopatológica e acompanhamento longitudinal, visto
que condições inflamatórias crônicas podem mimetizar
ou interagir com a carcinogênese. Assinale a
proposição mais consistente: