Uma mulher de 42 anos, em surto agudo de esquizofrenia, relata transformação profunda de sua
vivência temporal. Descreve que o tempo parece encolhido, não passa normalmente, e que experimenta
fragmentação completa de sua percepção do fluxo temporal junto com vivências de estranhamento
radical do tempo passado e futuro. Refere ainda perda de controle sobre sua percepção temporal, como
se alguém externo controlasse o passar do tempo. Analise o mecanismo fisiopatológico subjacente a
essa alteração da vivência temporal.
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