[...] a ideia de um Brasil sem preconceito racial, onde cada um colabora com aquilo que tem para a felicidade geral. O
negro com a pimenta, o carnaval e o futebol; o imigrante com sua tenacidade; o índio com sua valentia. Negando o
preconceito, guarda-se o fantasma no armário ao invés de lutar contra ele. O menino negro pobre, duplamente segregado,
aprende que além da unidade nacional formamos uma unidade racial. A história que ele aprende não lhe diz respeito, é a
de um Brasil construído na cabeça dos ideólogos e não na prática histórica, dentro da qual, afinal, ele vive. [...] (adaptado
de: PINSKY, Jaime. Nação e Ensino de História no Brasil. In: PINSKY, Jaime. O ensino de história e a criação do fato.
Editora Contexto, 1992. p. 12).
Ao analisar o ensino de História no Brasil, Jaime Pinsky (1992) observou que este foi uma ferramenta importante para a construção de uma unidade nacional e racial, muitas vezes distante da prática histórica vivida pela população, reforçado pelas tradições inventadas e os rituais cívicos utilizados no fortalecimento de uma memória coletiva. Qual das seguintes afirmações melhor reflete a relação entre o ensino de História e a construção da identidade nacional no Brasil?
Ao analisar o ensino de História no Brasil, Jaime Pinsky (1992) observou que este foi uma ferramenta importante para a construção de uma unidade nacional e racial, muitas vezes distante da prática histórica vivida pela população, reforçado pelas tradições inventadas e os rituais cívicos utilizados no fortalecimento de uma memória coletiva. Qual das seguintes afirmações melhor reflete a relação entre o ensino de História e a construção da identidade nacional no Brasil?