No exercício profissional do farmacêutico, o domínio da
farmacocinética é essencial para a tomada de decisões
clínicas e gerenciais, especialmente em populações com
maior vulnerabilidade, como pacientes idosos, críticos ou
com disfunções orgânicas. Leia com atenção sobre o caso
clínico a seguir:
“Um paciente de 72 anos, portador de insuficiência renal crônica estágio 4 (TFG ≈ 25 mL/min), internado para tratamento de infecção sistêmica, recebe prescrição de um fármaco antimicrobiano hidrossolúvel, com baixa ligação a proteínas plasmáticas, volume de distribuição reduzido e excreção predominantemente renal na forma inalterada. Após 48 horas de tratamento, observam-se concentrações plasmáticas acima da faixa terapêutica e sinais iniciais de toxicidade”.
Diante desse contexto, qual ajuste farmacocinético é mais adequado para otimizar a eficácia terapêutica e reduzir o risco de toxicidade?
“Um paciente de 72 anos, portador de insuficiência renal crônica estágio 4 (TFG ≈ 25 mL/min), internado para tratamento de infecção sistêmica, recebe prescrição de um fármaco antimicrobiano hidrossolúvel, com baixa ligação a proteínas plasmáticas, volume de distribuição reduzido e excreção predominantemente renal na forma inalterada. Após 48 horas de tratamento, observam-se concentrações plasmáticas acima da faixa terapêutica e sinais iniciais de toxicidade”.
Diante desse contexto, qual ajuste farmacocinético é mais adequado para otimizar a eficácia terapêutica e reduzir o risco de toxicidade?