Uma universitária foi presa em São Gonçalo, no Rio de
Janeiro, por exercer ilegalmente a profissão de biomédica.
A mulher foi acusada de realizar procedimentos estéticos
invasivos de forma clandestina. A informação chegou
aos policiais da delegacia de Alcântara (74ª DP) por
meio de uma denúncia feita pelo Conselho Regional de
Biomedicina. Em uma clínica de estética em São Gonçalo,
ela foi presa em flagrante por prática de crime contra a
saúde pública. A pena é de até 15 anos de reclusão. Além
de realizar procedimentos estéticos em clientes sem
possuir a qualificação técnica necessária nem o registro
profissional junto ao Conselho, ainda foi constatado que ela
utilizava produtos vencidos. No momento da prisão, foram
encontrados, no interior da clínica, alguns medicamentos,
como anestésicos e produtos injetáveis, que estavam fora
do prazo de validade. Esse caso evidencia a relevância da
ética profissional e da observância da legislação no exercício
da biomedicina, mostrando como violações podem
comprometer a segurança e a confiança da sociedade.
Internet:<cnnbrasil.com.br> (com adaptações).
Profissionais de saúde que praticam sobreposição indevida de funções (como um biomédico fazendo diagnósticos médicos) configuram infração ética e prática ilegal.