A intensificação das interconexões mundiais produziu transformações profundas nas formas de produção cultural, nas relações de poder e nas experiências cotidianas. Esse fenômeno não eliminou particularismos locais, nem operou de modo uniforme entre diferentes sociedades. Ao contrário, gerou rearranjos complexos entre o global e o local. A interpretação histórica desse processo exige atenção a essas múltiplas escalas.
Nesse sentido, qual leitura se mostra mais consistente?