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3800369 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FURB
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Lúcia, adolescente de 15 anos, vem em consulta de puerpério, sua mãe a acompanha na consulta e carrega a filha de Lúcia, sua neta, em seu colo. Ela domina o relato, queixando-se do pouco interesse da filha para com a neta, que tem se mantido arredia, não quer segurar a filha no colo e deseja apenas ficar com o companheiro de 19 anos, que trabalha fora o dia todo, na função de pedreiro. A mãe de Lúcia acredita que a filha está com depressão pós-parto e pede ajuda ao médico. O profissional observa que Lúcia olha frequentemente à mãe e à porta, então solicita para conversar em particular com Lúcia. Ao médico, ela relata que tem se mantido muito ansiosa, que a criança chora sempre que a segura no colo, compartilha que abandonou a escola e somente se sente confortável quando o companheiro está em casa. Passados alguns minutos, Lúcia relata que após o parto eles voltaram a morar com sua mãe nesse bairro, onde ela voltou a ver o tio que já a tinha assediado anteriormente. Ele a seguia, passava suas mãos pelo corpo da sobrinha e a pressionava a não mencionar nada à sua mãe. Eles não chegaram a ter relações sexuais, mas Lúcia sentia pavor em encontrar com ele novamente. Dado esse contexto, o estresse gerado em Lúcia pode ser reconhecido:

I.Na dificuldade de aprendizagem, na evasão escolar, podendo ser reflexo da má organização familiar e/ou do estresse associado ao abuso.
II.Na inserção da adolescente fora de casa, arrumando-se, indo a festas, encontrando-se com outros jovens, namorando e engravidando.
III.Não se considera estresse nesse caso, devido a assédio sexual, dado que não houve intercurso sexual entre Lúcia e o tio.
IV.Postura hiper vigilante nos ambientes em que se encontra, desconfiada, principalmente em ambientes desconhecidos.

É correto o que se afirma em:
 

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