Sobre a fisiopatologia da epilepsia do lobo temporal, assinalar a alternativa CORRETA.
Está associada predominantemente à hiperatividade dos interneurônios inibitórios do hipocampo.
A esclerose hipocampal pode ser evidenciada na ressonância magnética e frequentemente é refratária ao tratamento medicamentoso.
O uso de benzodiazepínicos de longa duração é a primeira linha para o controle de crises.
A epilepsia do lobo temporal é exclusivamente idiopática, sem correlação com eventos perinatais ou lesões encefálicas prévias.
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